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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Sorvete de leite materno

Sempre quando achamos que já vimos de tudo aparece algo novo e bizarro. Se na China comem cachorro em Londres estão tomando sorvete de leite humano. Mas tudo é uma questão de costume...quem sabe vire moda e no futuro seja algo normal. Você experimentaria?

Segue a Notícia:

Sorvetes fabicados com leite materno são a grande sensação de uma loja do bairro turístico de Covent Garden, em Londres, apesar do preço de uma bola do novo sabor, o "Baby gaga", ser salgado: 16,5 euros.
A sorveteria colocou na internet um anúncio para recrutar as mães dispostas a vender seu leite para poder continuar com a produção da iguaria.
A dona da soverteria, Victoria Hiley, de 35 anos, assegura que se os adultos descobrirem o delicioso sabor do leite materno, as jovens mães ficarão mais predispostas a amamentar seus filhos.
Casca de limão e baunilha são alguns dos ingredientes acrescido ao leite materno, pausterizado, para fabricar estes sorvetes completamente biológicos e naturais, afrma o fundador do fabricante Icecreamists, Matt O'Connor.
O empresário não compreende a repugnância natural que o alimento causa em algumas pessoas. "Se é bom para as crianças, é bom para todo mundo", explica.


Fonte: Yahoo

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Métodos de tortura utilizados até hoje

Segue uma curiosidade "light" para começar a madrugada de domingo:


Espancamento
Sem necessidade de instrumentos, é das formas de tortura mais comuns. O pior é que muitas vezes é até incentivado pela população que pede “vingança” contra algum bandido (isso quando não faz com as próprias mãos). O contratempo para o torturador são as marcas físicas evidentes que deixa, expondo a qualquer um a violência cometida. Podem ser socos, pontapés, tapas, etc. A falanga, por exemplo, é a batida repetida nos pés ou nas mãos que pode fazer a pessoa até perder a sensibilidade na região. O relatório de 2010 da Anistia Internacional aponta que a prática ainda é utilizada em países como Brasil, África do Sul, Alemanha, Angola, Arábia Saudita, China, Iraque, México, Síria e Irã.

Privação de sono
Música alta, barulho ou simplesmente perturbação constante. Vale tudo para não deixar o preso dormir por horas e horas. A ideia é esperar que a privação do sono leve a pessoa a uma confusão mental tão grande que acabe revelando informações. Isso quando não o faz ainda em consciência por não resistir mais ao esgotamento. O método ainda é utilizado em países como EUA, Arábia Saudita, Alemanha, China, Israel e Palestina, segundo o relátorio da Anisitia Internacional.

Choques elétricos
Não é coisa apenas de regimes ditatoriais, é uma prática usada ainda nos dias de hoje principalmente por deixar poucas evidências físicas. Segundo a Anistia Internacional, empresas até europeias fabricam uma espécie de algema de eletrochoque que dá descargas de até 50.000 volts para ser usada em interrogatórios, entre outros instrumentos do tipo. Os choques elétricos ainda são comuns em países como África do Sul, Rússia, Arábia Saudita, Egito, EUA, Iraque e Síria.

Pendurar pelos membros
Método ainda comumemente empregado na Turquia, EUA, Arábia Saudita, China e Iraque, além de deixar a pessoa transtornada, a suspensão prolongada das vítimas pelos tornozelos ou pulsos pode causar danos permanentes como paralisia dos membros. Foi um dos métodos dos quais soldados americanos foram acusados de aplicar a presos no Iraque. Coincidência ou não, foi também muito usado no Vietnã contra militares dos EUA.

Estupro
Não apenas a violência pela simples violência, o estupro de familiares da vítima ou dela mesma é mais um meio de coerção para se conseguir informações. A violação sexual de homens e mulheres é ainda mais comum em regiões de conflito e foi considerado crime de guerra durante os confrontos nos Bálcãs e em Ruanda na década de 90, entre outros. O estupro é um métodos de tortura ainda empregado em países como Bolívia, Egito, Haiti, Indonésia, Irã, México, Congo, Guatemala e El Salvador.

Execução simulada
Consiste em aterrorizar a vítima com a ideia de que ela será morta. Em geral, com olhos vendados ou não, o preso tem uma arma colocada em sua cabeça ou boca e disparada sem munição. O barulho do gatilho é suficiente para levar a uma situação de limite de estresse. A técnica é usada ainda para simular execução de familiares e fazer a vítima acreditar que outros pagarão por seus “erros”. O relatório da Anistia Internacional aponta que a execução simulada ainda é prática comum nos EUA e Irã.

Asfixia
Assim como o choque elétrico, é comum pela ausência de vestígios depois. Ainda praticado na África do Sul, EUA e França, a asfixia pode ser provocada com saco plástico na cabeça ou com rápidos afogamentos em toneis de água. Como a sufocação é uma das piores sensações físicas, tende a enfraquecer a vítima e a deixá-la atordoada.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-metodos-de-tortura-usados-ate-hoje/

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Os Fantasmas mais assustadores capturados em vídeo

    Encontrei os videos abaixo no Youtube. Muita gente pode duvidar, mas o assunto é interessante.








quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Pessoas inteligentes bebem mais

Pesquisadores mediram a inteligência de crianças e adolescentes de até 16 anos e as categorizaram em uma de cinco classes cognitivas: “muito burro”, “burro”, “normal”, “esperto” ou “muito esperto”. Os hábitos das crianças americanas foram registrados por sete anos depois disso; já as inglesas foram acompanhadas por mais tempo, até os 40 anos. Os pesquisadores mediram os hábitos alcoólicos de cada uma conforme elas iam envelhecendo. As crianças avaliadas como mais inteligentes em ambos os estudos, quando cresceram, bebiam com mais frequência e em maiores quantidades do que as menos inteligentes. No caso dos ingleses, os “muito espertos” se tornaram adultos que consumiam quase oito décimos a mais de álcool do que os colegas “muito burros”. E isso mesmo levando em consideração variáveis que poderiam afetar os níveis de bebedeira, como estado civil, formação acadêmica, renda, classe social etc. Ainda assim, o resultado foi o mesmo: crianças inteligentes bebiam mais quando adultos.
 

Fonte: Superinteressante ( http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-inteligentes-bebem-mais/comment-page-5/ )